Principais recursos e desempenho
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Lógica integrada à prova de falhas: O sistema possui um conjunto de sensores integrados que monitora a atitude de voo em tempo real. Ele pode detectar autonomamente anomalias como perda de energia, falha do motor ou inclinação extrema.
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Implantação rápida: Utiliza um mecanismo de acionamento mecânico ou por CO2 (dependendo da versão específica) para ejetar o paraquedas instantaneamente, garantindo eficácia mesmo em altitudes mais baixas.
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Baixa taxa de descida: Projetado para reduzir a velocidade de queda da aeronave a um nível seguro, normalmente diminuindo a energia do impacto em mais de 90%, o que é vital para proteger os sensíveis sistemas de gimbal de quatro sensores do S200.
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Integração Plug-and-Play: Apresenta um dedicado Interface PSDK/Parachute na estrutura do S200, permitindo comunicação perfeita com o controlador de voo do drone e fácil instalação sem fiação complexa.
Especificações técnicas
| Recurso | Detalhes |
| Compatibilidade | Séries GDU S200, S220 e S220 Pro |
| Mecanismo de ativação | Automático (baseado em sensores) ou manual (via controle remoto) |
| Altitude mínima de implantação | Aproximadamente 15 a 20 metros |
| Interface | Porto de paraquedas GDU dedicado |
| Norma de segurança | Projetado para atender aos regulamentos de segurança de voo industrial. |
Por que é necessário
O GDU S200 é frequentemente implantado em ambientes de alto risco, como... inspeções de linhas de energia, segurança urbana e busca e salvamento.. Nesses cenários, o paraquedas costuma ser um requisito regulamentar para "voo sobre pessoas" ou para obtenção de autorizações de voo, pois atenua o risco de impacto cinético em caso de mau funcionamento.
Observação: Após qualquer utilização, o compartimento do paraquedas normalmente precisa ser reembalado ou substituído por um técnico autorizado para garantir a sua contínua confiabilidade.








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